terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

CSS: Ocultar barra de rolagem horizontal

Isso já deve ter acontecido com muita gente quando está desenvolvendo um site, mas aqui você encontra a solução para isso, sabe quando você implementa um layout e, você não sabe de onde, do nada aparece uma barra de rolagem horizontal no seu site, você já fuçou em tudo, na div que contém o site, está tudo com as medidas corretas, mas mesmo assim ainda não encontrou a solução, o layout está perfeito, mas a única coisa que está estragando alí é aquela barra de rolagem horizontal, existe uma solução muito simples para isso, que descobri aqui, basta definir no CSS, mas exatamente no body, o seguinte:
body { overflow-x: hidden; }

Simplesmente isso irá esconder a sua barra de rolagem horizontal, não é a melhor solução, mas só a utilize em último caso.

Pedro Rogério

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Efeito MegaUpload: Mais de 10 sites de arquivos mudam política

Depois que o FBI fechou o site Megaupload por infringir direitos autoriais, mais de 10 sites de compartilhamento de arquivos mudaram sua política de funcionamento, desabilitando as funções que permitiam o intercâmbio ou removendo conteúdos protegidos.

No último fim de semana, o disco virtual FileSonic deu o pontapé inicial às mudanças, quando desabilitou o compartilhamento de arquivos entre usuários, transformando o serviço em armazenamento exclusivamente pessoal.

Seguindo o fluxo, mais 10 sites mudaram a forma como lidavam com conteúdos protegidos por direitos autorais. Veja abaixo a lista publicada pelo portal Life Hacker:

Fileserve: assim como o FileSonic, bloqueou o compartilhamento, passando a permitir apenas o armazenamento pessoal de dados. A empresa está removendo diversos arquivos e apagando contas Premium. Mudou o servidor de lugar e encerrou sua página no Facebook. Novos arquivos estão sendo deletados logo após o upload.

VideoBB: o serviço de filiação foi desativado.

Filepost: o site começou a suspender contas que compartilham conteúdos protegidos por direitos autoriais.

Uploaded.to: bloqueou o acesso ao serviço nos EUA.

Videozer: o programa de filiação foi desativado.

Filejungle e Uploadstation: as empresas da Fileserve tomaram as mesmas medidas que sua proprietária e está testando o bloqueio de acesso de IPs dos Estados Unidos.

4Shared: começou a apagar diversos conteúdos de seus servidores.

EnterUpload: o serviço está fora do ar e quando tentamos acessá-lo, fomos redirecionados à página luxury.net.

O Megaupload foi fechado após uma ação do FBI motivada por denúncias da Universal Music de que os servidores da empresa armazenava e permitia compartilhamento gratuito de conteúdos protegidos por direitos autorais.

O fundador da empresa Kim Schmitz foi preso, junto com mais três diretos da companhia.

Em retaliação ao fechamento do site, o grupo de hackers Anonymous realizou ataques de negação de serviço (DDoS) que tiraram do ar os portais do FBI, Universal Music, entre outros.

IDG Now

ONG questiona Twitter e microblog esclarece censura local

O Twitter esclareceu em seu blog na sexta-feira algumas questões polêmicas envolvendo a censura local de tweets que havia sido divulgada pelo presidente-executivo do Twitter, Jack Dorsey, no dia anterior. O anúncio gerou uma imediata condenação da ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF) e a convocação de um blecaute ao microblog por parte do grupo de hackers Anonymus.

Em post no blog, o Twitter afirmou que a decisão é positiva para "a liberdade de expressão, transparência e prestação de contas - e para os usuários", e permite que as postagens permaneçam disponíveis além das fronteiras em que as autoridades restringem a publicação dos conteúdos eventualmente censurados.

O Twitter ainda esclareceu que os usuários não serão submetidos à censura prévia e que o microblog só vai "reter conteúdos específicos quando for requisitado a fazer isso em reposta ao que acreditamos ser um válido e aplicável pedido legal". As postagens retidas serão identificadas localmente com a mensagem "Tweet withheld" (mensagem removida) ou "@Username withheld" (usuário removido).
A ONG internacional Repórteres Sem Fronteiras (RSF) escreveu uma carta aberta na sexta-feira expressando sua preocupação sobre o anúncio do presidente-executivo do Twitter, Jack Dorsey, sobre a possibilidade do microblog vir a censurar tweets em certos países. A RSF pediu que o Twitter reverta a decisão que "viola a liberdade de expressão".

Na carta, a RSF, conhecida pelo seu combate à censura a imprensa pelo mundo, afirmou que o anúncio do Twitter restringe a liberdade de expressão e vai "de encontro aos movimentos opostos à censura que se ligaram à Primavera Árabe, para a qual o Twitter serviu como sonora plataforma". A ONG afirma sua posição de que a proposta do Twitter visa cooperar com regimes autoritários em respeito a legislações locais, que "frequentemente violam os padrões internacionais de liberdade de expressão".

A RSF também diz que o anúncio do Twitter foi "muito vago e deixou a porta aberta para todos os tipos de abusos". A ONG questionou o microblog se o controle sobre o conteúdo será feito após o tweet ser publicado - em respeito a pedidos de autoridades - ou previamente, através do estabelecimento de um sistema que rastreie conteúdos ou palavras-chaves.

A ONG ainda pergunta se o objetivo do Twitter é entrar no mercado chinês "a qualquer custo", país que obriga as redes sociais a cooperaram com as autoridades.

Protestos
A decisão do Twitter de censurar conteúdos em determinados países mobilizou os internautas. Convocado pelo grupo de hackers Anonymous na quinta-feira, alguns tuiteiros aderiram ao boicote à rede social neste sábado. Ilustrações com o pássaro azul, ícone do microblog, censurado forma compartilhados, embora a maioria delas, no próprio Twitter.

Em uma imagem onde o rabo do pássaro é cortado, a mensagem é clara:"¿Twitter está censurado. Seu Tweet foi delatado. Por favor, diga adeus à liberdade de falar".

Em 24 horas, a hashtag #TwitterBlackout foi mencionada mais de 47 mil vezes. Entre elas, muitas mensagens estão em coreano e em árabe - o que demonstra que países como Arábia Saudita e Coréia do Norte, que são sempre relacionados na lista dos países censuradores da internet, podem vir a ser beneficiados com a decisão do Twitter.

"Alguns (países) são tão diferentes de nossas ideias que não seremos capazes de existir. Outros são semelhantes, mas, por razões históricas ou culturais, restringem determinados tipos de conteúdo, como a França ou a Alemanha, que proíbem conteúdo pró-nazista", justificou o Twitter.

No post de quinta-feira, o Twitter anunciou que pode censurar determinados tweets em alguns países do mundo, se for necessário. A rede de microblogs afirmou que na medida que cresce internacionalmente, entra em "países que têm ideias diferentes sobre os contornos da liberdade de expressão".

O Twitter também afirmou que está ampliando sua parceria com o site Chilling Effects, organização que visa proteger a atividade na internet de ameaças legais, para informar sobre as postagens removidas no endereço chillingeffects.org/twitter.

Terra

Novo site do Megaupload ameaçava negócios das gravadoras

Até a operação policial que encarcerou seus responsáveis, o Megaupload se preparava para lançar um site de compartilhamento de músicas que desafiaria as gravadoras por remunerar artistas em contratos exclusivos.
A revelação dos planos de Kim Dotcom e sua equipe suscitou na imprensa especializada a suspeita de que a operação que derrubou o site de compartilhamento não teve apenas a ver com pirataria, mas também, com o temor da indústria fonográfica sobre a chegada de nova concorrência.
- O grupo Universal sabe que nós vamos competir diretamente com eles por meio de nossa empreitada musical chamada Megabox.com, um site que vai permitir aos artistas vender suas criações diretamente aos consumidores e ficar com 90% das receitas - disse o criador do Megaupload, Dotcom, em dezembro do ano passado. - Nós temos uma solução chamada Moviekey que vai pagar os artistas até pelo download gratuito de música. O modelo de negócios do Megakey já foi testado com milhões de usuários e funciona.
Segundo Dotcom, o site seria lançado este ano, tinha entre seus sócios a gigante Amazon (informação até agora não confirmada) e seria o grande concorrente da iTunes Store, da Apple.
A preparação para o Moviebox explica a existência de um vídeo, publicado no Youtube em dezembro, que continha depoimentos elogiosos de vários artistas sobre o Megaupload. Entre eles estavam os pop stars Kanye West, Alicia Keys, Will.I.Am e Snoop Dog.

Leia mais (oglobo)

Foxconn já pode produzir iPads no Brasil com incentivo fiscal

Portaria interministerial, assinada pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e pelo ex-ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, que, na última terça (24), passou o cargo para Marco Antonio Raupp e assumiu o ministério da Educação, habilita a Foxconn a produzir equipamentos no Brasil com os incentivos fiscais previstos no PPB dos tablets. A publicação foi feita hoje, no Diário Oficial da União.

Estão isentos de impostos, de acordo com a portaria 34/2012, acessórios, sobressalentes, ferramentas, manuais de operação, e cabos para interconexão e de alimentação que, em quantidade normal, que acompanhem os tablets. Da mesma forma, ficam asseguradas a manutenção e utilização do crédito do IPI para as matérias-primas, produtos intermediários e material de embalagem empregados na industrialização dos equipamentos.

A Medida Provisória (MP), concedendo os incentivos aos tablet nacional foi aprovada em setembro de 2011 pelo Senado Federal e sancionada em outubro pela presidente Dilma Roussef. Desonera a cobrança de PIS/Cofins e pode isentar outros impostos, dependendo dos governos estaduais e municipais.

Tão logo as regras foram publicadas no DOU, 15 fabricantes apresentaram pedido para montagem local desse tipo de equipamento com isenção fiscal. Os seis primeiros a terem seus tablets enquadrados no novo Processo Produtivo Básico (PPB) foram as nacionais MXT (MG), AIOX (SC), Positivo (PR) e as multinacionais, Samsung, Motorola e a Envision (empresa espanhola).

De lá para cá, outras quatro empresas tiveram o PPB aprovado. A elas se junta agora a Foxconn, fabricante do iPad para a Apple, na China, e que há meses vem negociando com o governo brasileiro o início de produção do tablet da Apple na fábrica que a empresa tem no Brasil, ou em outra que pretende abrir. No fim de outubro de 2011, em visita ao Brasil, o presidente da Foxconn, Terry Gou, reuniu-se com a presidente Dilma Rousseff e reforçou interesse da indústria de se instalar aqui. Gou informou que a companhia está disposta a investir 12 bilhões de dólares no País em quatro ou seis anos, dependendo do apoio local a ser recebido.

Note que a portaria não especifica o equipamento. O iPad é o modelo mais provável para produção nacional, mas é bom lembrar que a Foxconn também é responsável pela fabricação de vários modelos do Kindle, da Amazon. Pelas regras da legislação brasileira, a Foxconn tem até julho para iniciar a produção de tablets no país. Se não o fizer nesse período, perde os benefícios fiscais.

A empresa terá redução de 95% do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na fabricação do produto até 2014 e terá que cumprir as especificações do Processo Produtivo Básico (PPB) estabelecido pela Portaria Interministerial nº 126, de 31 de maio de 2011. Em contrapartida, terá de investir 4% do faturamento líquido (faturamento bruto menos os impostos) em pesquisa e desenvolvimento (P&D).

O PPB representa o conjunto mínimo de etapas que caracterizam a industrialização local de determinado produto, que deve ser atendido para a empresa ter direito aos benefícios tributários concedidos às empresas da Zona Franca de Manaus e às que produzem bens de informática e automação com os incentivos fiscais da Lei de Informática (Lei nº 8.248/91), instaladas em qualquer parte do país. Também é contrapartida a ser cumprida para a isenção do PIS/Cofins, conforme a Medida Provisória nº 534/2011, que incluiu os tablets na Lei do Bem (Lei nº 11.196/05).

IDG Now

Vendas de tablets Android triplicam e sistema agora detém 39% do mercado

As vendas de tablets Android mais do que triplicaram no último trimestre de 2011. A Apple ainda domina esse segmento, mesmo enfrentando uma queda de 10,6%, de acordo com a consultoria Strategy Analytics.

As vendas globais de tablets atingiram 26,8 milhões de unidades entre outubro e dezembro de 2011, aumento de 150% comparado aos 10,7 milhões de dispositivos no mesmo período em 2010.

O sistema da Google está em um bom momento. Mais de 10,5 milhões de unidades foram vendidas, em comparação com 3,1 milhões no último trimestre de 2010. Isso dá ao Android 39% da parcela de mercado de tablets, aumento de quase 10% em relação ao ano anterior, quando o sistema estava presente em 29%.

Os consumidores têm comprado mais tablets que netbooks e até mesmo notebooks e desktops, segundo a consultoria.

A participação da Apple caiu de 68,2% para 57,6%, de acordo com a Strategy Analytics.

A Apple menosprezou a ameaça dos tablets Android. É inevitável que a empresa perca participação de mercado devido à entrada de novos competidores, de acordo com Neil Mawston, diretor executivo da Strategy Analytics. Mas sua linha de tablets ainda está crescendo a um ritmo saudável, disse Mawston.

A fabricante vendeu 15,4 milhões de tablets durante o quarto trimestre de 2011, quase o dobro dos 7,3 milhões durante o mesmo período do ano anterior.

A Microsoft obteve apenas 1,5% do mercado de tablets nos últimos três meses de 2011. O lançamento do Windows 8 para dispositivos móveis, que deve ocorrer ainda neste ano, pode não ser veloz o suficiente, permitindo que seus parceiros de hardware comecem a competir de forma mais eficaz, de acordo com a Strategy Analytics.

Em 2011, 66,9 milhões de tablets foram comercializados, crescimento de 260% em comparação com as 18,6 milhões de unidades vendidas em 2010.

Mikael Ricknäs

CSS Reset

Quando construimos um site usamos tags necessárias e indispensáveis que quando não são definidas pelo css do site, são interpretadas de maneira distinta por cada navegador.

Por exemplo:
a tag <p>, se não definirmos o espaçamento pelo css, cada navegador vai interpreter de maneira própria, e de certa forma isso pode atrapalhar na hora de configurar o restante do site.

Outro exemplo que podemos citar é o fato de quando colocamos link numa imagem ela gera uma borda em volta da imagem nos obrigando a colocar o comando "border="0" dentro da imagem.

Existe uma técnica conhecida por CSS RESET aonde defininos valores padrões para todas as tags básicas ou até classes que você poderá ter em diversos lugares do site.

Veja abaixo:
div {margin:0; padding:0}
Colocando esse código (div sem o ponto na frente) estamos informando o navegador que todas as div's do site vão ter as caracteriscas que digitamos ( no caso a margin e o padding vão ser 0).

Essa técnica não ira atrapalhar o restante da construção do site, muito pelo contrário pois como já definimos algumas caracteristicas não há necessidade de repetirmos em outras classes (somente nos casos em que precisamos definir esses mesmos valores).

Vamos citar o mesmo exemplos acimas:
Informando ao CSS RESET que a tag <p> possui margin e padding 0, todos os navegadores irão interpretar da mesma forma.

No caso da imagem se informarmos que a tag img possui border 0 ou none, todas as imagens não vão ter borda (mesmo se for colocado link na mesma) e não é necessário informar dentro da tag da imagem assim deixando nosso código html mais simples.

Veja abaixo um exemplo de reset
html, body, span, p, form, img, a, ul, ol, li, table, tr, td, div{
margin: 0;
padding: 0; 
border:none; 
outline:none;
list-style-type:none;
}
Com as informações acima, os navegadores interpretam todas as tags citadas do mesmo jeito.

É importante lembrar também que o reset pode ser personalizado de acordo com a necessidade de cada site.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

PHP: Upload de vários arquivos com um único INPUT

Antes de existir o HTML5, as únicas possibilidades de fazer upload de vários arquivos sem usar vários inputs era fazendo gambiarras com o Flash. Com o tempo vieram várias (ótimas) soluções, desenvolvidas em JavaScript. Mas, nada tão fácil de se implementar como colocar uma propriedade "multiplo" no campo input.
Hoje já é possível criar um sistema de upload, com a possibilidade de selecionar vários arquivos utilizando apenas um input (HTML) e a regra de upload básica, usando PHP. Vamos produzir.

Implementando o input

<!-- Input file, com o multiple do lado,
para indentificar que o usuário vai poder adicionar
mais de um arquivo de uma vez só. -->
<input name="uploads[]" type=file multiple />


Para controlar o upload no PHP, é bem simples. Os arquivos serão enviados como um array, neste caso, você terá que fazer um foreach e um upload individual para cada arquivo. Observem o código abaixo.

# Declarar a variável "i", que será nosso controle, para que não haja
# loop infinito.
$i = 0;

# Faz um loop conforme o número de arquivos
foreach ($_FILES["uploads"]["error"] as $key => $error) {

# Definir a pasta que os arquivos serão "upados".
$pasta = "fotos/_" . $_FILES["uploads"]["name"][$i];

# Aqui, você faz o upload do arquivo, utilizando a classe que você
# tem aí.
$ftp->upload($_FILES["uploads"]["tmp_name"][$i], $pasta);

# Agora o arquivo já foi upado, pode fazer alguns scripts adicionais, como por exemplo
# adicionar o nome dele no banco de dados, ou talvez alertar o nome de cada arquivo.

# Incrementar algum um valor a mais na variável "i" para que não ocorra loop infinito.
++$i;
}


Esta implementação tem apenas um detalhe: Não funciona no Internet Explorer.

É isto aí, qualquer dúvida deixem um comentário aqui.

Dicas-L

domingo, 22 de janeiro de 2012

Praga digital rouba mais de 45 mil senhas do Facebook

A praga digital Ramint, que pode interceptar operações bancárias, roubou mais de 45 mil de logins e senhas do Facebook, a maioria de contas do Reino Unido e França, de acordo com a empresa especialista em segurança digital Seculert.

A empresa acredita que hackers invadem perfis de usuários do Facebook para mandar links com vírus a amigos da rede social, espalhando a praga -- o amigo recebe uma mensagem da pessoa com o computador infectado com um link malicioso e, se clicar, o malware ataca a máquina.

A praga também se aproveitaria do uso de senhas iguais para múltiplos programas, como Facebook, Gmail, Outlook e Corporate SSL VPN, para invadir redes corporativas.

O Ramnit infecta arquivos com extensão .exe (executáveis), .dll (de sistema) e .html (páginas da internet). Ele nasceu de uma união entre o Ramnit original, que se propaga com facilidade, e o ZeuS, vírus voltado ao roubo de dados bancários.

Apple pode anunciar ferramenta de criação de e-books, afirma site

A Apple opera a loja de livros eletrônicos iBook (Foto: Divulgação)A Apple realizará um evento em Nova York, nos Estados Unidos, na quinta-feira (19), voltado para a área de educação em que poderá anunciar uma ferramenta que permitirá a criação fácil e rápida de livros digitais (e-books). Segundo reportagem do site "Ars Technica", os livros poderiam ser criados com diversos elementos interativos como vídeos e animações.

A publicação descreve a novidade como um "GarageBand para e-books", citando o programa para Macs, iPad e iPhone que permite ao usuário criar músicas. Com a nova plataforma, seria possível distribuir os livros digitalmente por meio da loja virtual iTunes Store.

O sistema de criação e distribuição digital de livros seria anunciado junto com o iPhone 4S em outubro de 2011, mas, por conta da saúde frágil de Steve Jobs, a Apple decidiu adiar o lançacamento. Walter Isaacson, autor da biografia do cofundador da empresa, disse no livro que Jobs estava trabalhando muito próximo de um sistema de livros digitais e que teria dito que a indústria de livros de papel seria destruída pelo formato digital.

A Apple não comentou a notícia sobre o anúncio desta quinta-feira, cujo evento será realizado no museu Guggenheim em Nova York.

Nova falha coloca em risco linguagens de programação da Microsoft e Google

Hackers armados com uma única máquina e uma conexão de banda larga mínima podem atacar servidores web, colocando, assim, um grande número de sites e web apps em risco por causa de ataques de negação de serviço. A descoberta foi divulgada pelos pesquisadores alemães Alexander Klink e Julian Walde.

Em um aviso de segurança publicado no mesmo dia, a Microsoft, cuja linguagem de programação ASP .Net é uma das várias afetadas pela falha, prometeu solucionar a vulnerabilidade e ofereceu aos clientes maneiras de proteger seus servidores até que uma atualização de segurança seja lançada.

Depois, em uma nova mensagem, a fabricante anunciou que estaria lançando hoje, 29, um update de emergência. Chamada de MS 11-100, a atualização conserta três bugs na ASP .Net, sendo que um deles é classificado como “crítico”. Nenhum dos três havia sido revelado publicamente até hoje.

O problema que causou um alvoroço na comunidade de segurança existe em muitos das mais populares linguagem de programação de sites e aplicativos na web, incluindo a ASP .Net, as opções de código aberto PHP e Ruby, o Java, da Oracle e o V8 JavaScript, da Google, explicam os pesquisadores citados acima Klink e Walde.

A dupla, que apresentou suas descobertas durante a conferência Chaos Communication Congress (CCC), em Berlim, nesta semana, ligou a falha ao manejo de hash tables por essas linguagens – e outras, uma estrutura de programação usada para obter e armazenar dados.

Ao menos que uma linguagem randomize funções hash ou leve em conta “colisões hash” - quando múltiplos dados geram o mesmo hash – os invasores podem calcular os dados que acionarão grandes números ou colisões, então enviar esses dados como um simples pedido HTTP. Como cada colisão “mastiga” ciclos de processamento no servidor direcionado, um hacker usando pacotes de ataque relativamente pequenos poderia consumir todo poder processamento até mesmo de servidores bem equipados, efetivamentos deixando-os offline.

A Microsoft confirmou que um único pedido HTTP de 100K especialmente criado e enviado para um servidor rodando a ASP. Net poderia consumir 100% do núcleo de uma CPU por algo entre 90 e 110 segundos.

“Um invasor poderia potencialmente enviar tais pedidos de forma repetida, fazendo com que o desempenho diminuísse significativamente o bastante para causar uma condição de negação de serviço até mesmo para servidores de vários núcleos ou clusters de servidores”, afirmaram os engenheiros da companhia, Suha Can e Jonathan Ness, em um post publicado nesta semana no blog Security Research & Defense.

Klink e Walde estimaram que os pacotes de até 6K poderiam manter um processador de um único núcleo ocupado em um servidor Java.

As implicações são significativas para web apps e sites que rodam nesses servidores.

“Um invasor com poucos recursos pode efetivamente tirar um site do ar de maneira relativamente fácil”, afirmou o diretor de operações de segurança da nCircle Security, Andrew Storms. “Não é preciso nenhuma botnet para causar uma destruição aqui.”

A pressa da Microsoft em solucionar a falha na ASP .Net deu uma dica quanto a seriedade do bug.

“A Microsoft será uma a ficar de olho e ver se eles saem da banda e se fizerem, quando acontecerá”, disse Storms nesta quarta-feira, antes de a Microsoft anunciar o pacote de soluções de hoje. “Se fizerem isso, penso que será em breve.”

Can e Ness, da Microsoft, afirmaram que a companhia “antecipou o iminente lançamento público do código de exploração”, e pediu para que os clientes da ASP .Net apliquem o patch ou as soluções descritas no aviso da companhia.

Outros desenvolvedores de linguagem, como o Ruby, já oferecem soluções para seus softwares.

A Microsoft entregou a MS11-100 por meio dos seus conhecidos canais Windows Update e Windows Server Update Service (WSUS).

Mais informações sobre a falha de colisão hash podem ser encontradas no aviso que Klink publicou no site da sua empresa, e nas anotações da sua apresentação (download de arquivo PDF) – vídeos da apresentação de Klink e Walde na CCC foram retirados do YouTube nas últimas horas.

Nasa lança portal para projetos de código aberto

A Nasa (Agência Espacial dos EUA) anunciou nesta semana, por meio de seu blog, o lançamento de um site para o desenvolvimento de softwares de código aberto.

Atualmente, a página code.nasa.gov abriga um diretório dos projetos open source da organização e ainda fornece acesso aos documentos dos seus processos de programas de código aberto.

O objetivo da agência é que no futuro o portal funcione como uma central (hub) de desenvolvimento de código aberto. Para isso, é planejada a adição de um fórum e ferramentas de colaboração para facilitar a vida dos desenvolvedores que quiserem levar os projetos da Nasa para o mundo código aberto.

Os projetos inicialmente listados no novo site da Nasa incluem um mapeador lunar e um kit de ferramentas para determinação de órbita. No entanto, apenas alguns deles já possuem seu código aberto na página, enquanto a agência que os outros códigos chegarão “em breve”.

Como informa o Ars Technica, a Nasa possui um histórico antigo em produzir de maneira colaborativa com a comunidade de código aberto. Os projetos anteriores variavam de ornamenta rastreadores de erros (bug trackers) até criar soluções open source mais escaláveis para computação na nuvem.

Recentemente, a agência lançou outra novidade no mundo digital, uma rádio online que mistura rock e tecnologia chamada Third Rock.

 

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